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Projectos de Investigação 

1.  ANTIGAS SOCIEDADES CAMPONESAS. Victor S. Gonçalves

ANSOR - Antropização do Vale do Sorraia

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Victor S. Gonçalves

O projecto ANSOR (A Antropização do Vale do Sorraia) decorre actualmente em seis frentes:
- publicação da monografia sobre as placas de xisto do Monte da Barca;
- publicação da monografia sobre o Cabeço do Pé da Erra (CPE);
- escavações no povoado do Neolítico antigo de Casas Novas (CNV);
- escavações no Monte do Lacrau (MLC), 3º milénio a.n.e.;
- escavação da Anta 3 do Azinhalinho Novo;
- estudo das placas dos monumentos megalíticos de Coruche.


CASCA

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Projecto CASCA

Cascais há 5000 anos.

PLACA NOSTRA

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Projecto Placa Nostra


SADO-MESO

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Mariana Diniz e Pablo Arias

 O projecto SADO-MESO tem como principal objectivo o estudo das últimas comunidades de caçadores-recolectores e dos processos de implantação dos primeiros grupos agro-pastoris, no baixo vale do Sado. Este projecto contempla diferentes frentes de trabalho, a desenvolver por uma equipa transdisciplinar, nomeadamente: estudo e publicação das antigas colecções arqueológicas, antropológicas e faunísticas, recolhidas por Manuel Heleno, ainda inéditas, depositadas no MNA; realização de intervenções arqueológicas no terreno – já iniciadas no concheiro das Poças de S. Bento e no concheiro do Cabeço do Pez; reconstituição da paleopaisagem e da antiga dinâmica do estuário do Sado, com particular destaque para as vertentes ambiente e recursos.


Primeiros Bronzes do Norte de Portugal

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Projecto FRAGA DOS CORVOS (MACEDO DE CAVALEIROS)

Projecto Early Metal

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Projecto Early Metal: Metalurgia Primitiva no Território Português (PTDC/HIS-ARQ/110442/2008)

O projecto EARLYMETAL, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, resulta da fusão de três outros projectos aprovados pela FCT: 
- PTDC/HIS-ARQ/100623/2008 – Origens e Difusão da Produção de Bronzes Binários no Norte e Centro de Portugal. Implicações Arqueometalúrgica e Sociais (FIRSTBRONZE).
- PTDC/HIS-ARQ/099950/2008 – Primeiras Etapas Metalúrgicas na Pré-História da Estremadura Portuguesa.
- PTDC/HIS-ARQ/102112/2008 – Antigas ligas de Bronze no Sul de Portugal – Processos Metalúrgicos e Cadeias Operatórias.

Este projecto, que decorrerá entre 2010 e 2013, tem como objectivo a caracterização das condições histórico-tecnológicas que presidiram ao surgimento da metalurgia do cobre no extremo ocidente peninsular, à sua evolução durante a Primeira Idade do Bronze e à introdução das ligas de bronze no norte, centro e sul de Portugal, bem como a reconstituição dos processos metalúrgicos envolvidos na produção dessas ligas e na manufactura dos artefactos.


2. INTERACÇÕES DINÂMICAS DURANTE A IDADE DO FERRO E A ÉPOCA  ROMANA. 
Ana Margarida Arruda

Molião na Antiguidade

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Projecto MOM - Molião na Antiguidade

O projecto de investigação que se desenvolve em torno de Monte Molião resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lagos, a Faculdade de Letras de Lisboa e a UNIARQ, iniciada em 2006. A importância e o significado do sítio, que muitas vezes se identificou com a Laccobriga de Pompónio Mela, justificavam uma série de acções que permitissem avaliar devidamente a cronologia da sua ocupação, bem como o estado de conservação dos vestígios arqueológicos.
Quatro anos de trabalhos de campo e outros tantos de investigação em laboratório trouxeram novos e importantes dados sobre a ocupação não só do sítio propriamente dito, mas também sobre a mesma no contexto da baía de Lagos, permitindo ampliar o conhecimento que Estácio da Veiga, Santos Rocha, Leite de Vasconcellos tinham já compilado.

Castro Marim

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MARCAS - A ocupação humana de Castro Marim durante a Antiguidade

“The Archaeological Occupation of Castro Marim from the Iron Age to the Roman Epoche” (POCTI/HAR/38334/0)

O projecto de investigação que se desenvolveu em torno da ocupação humana de Castro Marim durante a Antiguidade implicou trabalhos de escavação no Castelo da Vila (oito campanhas entre 1983 e 1987 e 2000 a 2003) e no Forte de São Sebastião, bem como o estudo da informação recolhida. Foi um projecto financiado pela FCT que contou ainda com a ajuda financeira da Câmara Municipal de Castro Marim e da Fundação Calouste Gulbenkian.

Alcácer do Sal

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3. A CONSTRUÇÃO DA LUSITÂNIA COMO PROVÍNCIA ROMANA. Carlos Fabião e Amílcar Guerra

MESAS DO CASTELINHO (ALMODÔVAR) 

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Projecto - Mesas do Castelinho (Almodôvar)

O programa de escavações arqueológicas em Mesas do Castelinho (Almodôvar) nasceu de um convite que nos foi endereçado pela agência nacional de protecção do património (IPPC) para intervir num sítio que sofrera uma extensa destruição. Toda a intervenção se tem realizado também em colaboração com as autarquias locais, pelo que sempre tomámos este caso como uma forma de interacção e prestação de serviço à comunidade. O facto de se tratar de uma acção em que as componentes de valorização e divulgação estiveram sempre presentes condicionou a “agenda científica”. 

OS SANTUÁRIOS

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OS SANTUÁRIOS

No âmbito de uma colaboração com o Instituto Arqueológico Alemão, através da sua delegação de Madrid, desenvolve-se um projecto que tem por objectivo estudar a transformação dos santuários na sequência da conquista romana, pela escolha de lugares onde se documenta o culto a divindades indígenas sob o domínio romano.


PRODUÇÕES E INTERACÇÕES

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PRODUÇÕES E INTERACÇÕES

Com o objectivo de conhecer as principais actividades económicas desenvolvidas na província romana da Lusitânia temos desenvolvido um programa de estudo das olarias romanas do Baixo Tejo, orientado para a caracterização morfológica das produções cerâmicas, com especial destaque para as ânforas que foram utilizadas no transporte de preparados de peixe produzidos na zona do estuário do rio. O estudo incide simultaneamente nas produções das olarias de Porto dos Cacos (Alcochete) e Quinta do Rouxinol (Seixal) e em alguns locais onde se detectaram estruturas de produção de preparados de peixe. 

A indústria de recursos haliêuticos no período romano: a fábrica da Casa do Governador da Torre de Belém, o estuário do Tejo e a fachada atlântica

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A indústria de recursos haliêuticos no período romano:
a fábrica da Casa do Governador da Torre de Belém, o estuário do Tejo e a fachada atlântica (PTDC/HAH/74057/2006).

um projecto multi-disciplinar em curso
Carlos Fabião, Isabel Dias, Iola Filipe, Sónia Gabriel, Manuela Coelho, Chistopher Burbidge

A partir de uma intervenção arqueológica de contrato realizada pela empresa ERA Arqueologia no lugar da Casa do Governador da Torra de Belém, em Lisboa, foi identificada uma grande unidade de produção de preparados de peixe de época romana.
A relevância do local suscitou a criação de um projecto de investigação, que obteve financiamento da FCT, que tem por objectivo estudar o sítio em si, no contexto da economia do estuário do Tejo e, em âmbito mais lato, a sua inserção nas rotas atlânticas de circulação de produtos, no período romano.


4. SHIU: HISTÓRIA DA ARQUEOLOGIA EM PORTUGAL, TEORIA DA ARQUEOLOGIA. Ana Cristina Martins

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Manuel Heleno. Foto: MNA
Projectos concluídos e em curso:

- A Associação dos Arqueólogos Portugueses (1863-1963) (concluído).
- O Museu Arqueológico do Carmo (1864-1963) (concluído).
- Os discursos (in)visíveis da Arqueologia portuguesa: o Museu Nacional de Arqueologia sob direcção de Manuel Heleno. (1929-1965) (em finalização)
- Pioneiros da Arqueologia em Portugal (em curso).
- A Arqueologia no Portugal do século XX: teorias, métodos, protagonistas, instituições, projectos e agendamentos (em curso).


5. CAÇADORES-RECOLECTORES. João Luís Cardoso

Projecto Gruta da Figueira Brava

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Os trabalhos realizados na gruta da Figueira Brava (Setúbal) em 2010 retomaram aqueles que, na década de 1980, ali foram realizados por uma equipa dirigida por M. Telles Antunes e João Luís Cardoso.
Em 2011 os trabalhos prosseguiram entre 2 e 27 de Maio. Tal como no ano anterior, decorreram sob a direcção de João Zilhão com a colaboração de João Luís Cardoso, ao abrigo do projecto PNTA 2011-2014 intitulado “O Paleolítico Médio das Grutas da Oliveira e da Figueira Brava”. Foram financiados através do subsídio da FCT ao projecto 2010-12 intitulado “Middle Palaeolithic Archaeology of the Almonda Karstic System”
Projecto Gruta da Figueira Brava


Projecto O Paleolítico médio do sistema Cársico do Almonda (PTDC/HIS-ARQ/098164/2008)

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Projecto da Gruta da Oliveira
Direcção: João Zilhão


6. ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR EM ARQUEOLOGIA (LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA E PALEOCIÊNCIAS). Nuno Bicho

The last hunter-gatherers of Muge (Portugal): the origins of social complexity

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The last hunter-gatherers of Muge (Portugal): the origins of social complexity

Investigador principal – Nuno Bicho

It is clear that the Muge shellmiddens correspond to a new adaptation after the long term Paleolithic economy that lasted well into the Holocene in Portuguese Estremadura. Estuarine resources seem to have played a very important role in the local diet, as a specific adaptation of new environmental conditions resulting from the Flandrian transgression. Increased marine and estuarine biomass during the Atlantic period may have been the result of the the 8.2 K cold event (Grafstein et al., 1998; Barber et al., 1999; Mcdermott, et al, 2001), with the collapse of the Hudson Ice Dome causing a freshwater cold pulse that reached the coast of Portugal (Soares, 2005), and likely the Tagus and Sado estuaries (Bicho et al, in press).


The last hunter-gatherers in the Tagus Valley - the Muge shellmiddens 

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The last hunter-gatherers in the Tagus Valley - the Muge shellmiddens 

Investigador principal – Nuno Bicho

Mesolithic prehistory has been one of the main topics of pre-historians. The main reason is that it is a period of major economic, technological and social change, marking the end of the last hunter-gatherers of Western Europe. The case of Portugal, and more specifically of the Tagus valley with the shellmidden sites of Muge, seems one of the most interesting regions to study this transitional phase from hunter and gatherers to the agriculturalists. It is clear that the Muge shellmiddens correspond to a new adaptation after the long term Paleolithic economy that lasted well into the Holocene in Portuguese Estremadura. Estuarine resources seem to have played a very important role in the local diet, as a specific adaptation of new environmental conditions resulting from the Flandrian transgression. 

A tale of two seas: Upper Paleolithic ecology in Vale Boi, southwestern Algarve (Portugal) 

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A tale of two seas: Upper Paleolithic ecology in Vale Boi, southwestern Algarve (Portugal) 

Investigador principal – Nuno Bicho
 

Upper Paleolithic ecology in Iberia is known mainly from a few relatively confined areas: Portuguese Estremadura, Cantabria, Catalonia, Valencia and Eastern Andalusia. The cultural traits from each area seem to stand in isolation and very little research has been done in the intervening lands that would allow linking the early cultural dynamics on the Iberian Peninsula as a whole. The area between Gibraltar and Lisbon was represented by a particularly large gap in Upper Paleolithic occupation. This gap has been filled with the discovery of the rock-shelter of Vale Boi, the first of its kind in the Algarve (southern Portugal). The site presents a long chronological sequence with Early through Late Gravettian, Proto-Solutrean, Solutrean, Magdalenian, and Early Neolithic. 


7. O "SETE". Ciência e sociedade. Catarina Viegas

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participação da UNIARQ na Festa da Arqueologia
O "Sete" é o grupo de interacção que liga a UNIARQ à sociedade. odos os investigadores da Uniarq desenvolvem actividades que têm como objectivo a divulgação dos resultados da sua investigação destinadas a públicos especializados e ao público em geral.
Em 2010, algumas destas actividades foram integradas no Programa Ciência Viva no Verão. A Uniarq tem participado regularmente em eventos de divulgação de Ciência, à escala nacional e europeia como “A noite europeia  dos Investigadores”, a “Festa da Arqueologia” e a “Futurália- Feira de formação e oferta educativa”. No Arquivo encontram-se imagens destas actividades de divulgação de Ciência.

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