Mara Agosto
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Nome: Mara Beatriz Agosto
Título profissional: Bolseira de Doutoramento Instituição: UNIARQ - Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa; CFUL - Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Grau académico: Mestre Email: [email protected] Ciencia ID: 1219-C115-D970 ORCID: 0000-0001-6269-3277 Endereço no Researchgate: https://www.researchgate.net/profile/Mara-Agosto |
Investigação: Teoria da Arqueologia; Arqueologia da Paisagem; 5º-3º milénio a.n.e.; Megalitismo; Arqueologia contemporânea; Filosofia da Arqueologia; Filosofia da Paisagem; Filosofia da Natureza; Estética
Anta 2 da Torrejona (Portel). Foto: Mara Beatriz Agosto
Pensar a Terra: uma investigação filosófica sobre a ideia de Paisagem em Arqueologia
Bolsa de Doutoramento FCT (2022.13053.BD)
A Paisagem é um ponto de encontro entre disciplinas, investigadores, questionários e entre o grande público e a academia. Nascida enquanto conceito da cisão entre a cidade e o mundo agrícola, a Paisagem tem, todavia, uma grande potencialidade de ser infundida com o peso da longue durée e reconceptualizar as bases teóricas da mais profunda diacronia. Com efeito, as reflexões da Arqueologia e da Filosofia mobilizam um conjunto distinto de mundividências. O cruzamento entre mundos – como o já feito para o megalitismo britânico no geral, Bretanha, ou para o Sudoeste do País de Gales – em muito já demonstrou a fecundidade desta dialéctica. Urge, por isso, pensar a Paisagem, em Arqueologia, com outro olhar: o da Filosofia. E se a tradição da Arqueologia da Paisagem remonta aos meados do século, a paisagem enquanto entidade e conceito filosófico é promanada nos inícios do século XX. Procurando-se enlear contundentemente a Filosofia e a Arqueologia – sempre sob o signo da Paisagem – pretende-se neste projecto interdisciplinar entre Humanidades reflectir sobre este conceito, infundido tanto a Arqueologia com o pensar filosófico como a Filosofia com a lealdade para com as coisas típica da Arqueologia.
Bolsa de Doutoramento FCT (2022.13053.BD)
A Paisagem é um ponto de encontro entre disciplinas, investigadores, questionários e entre o grande público e a academia. Nascida enquanto conceito da cisão entre a cidade e o mundo agrícola, a Paisagem tem, todavia, uma grande potencialidade de ser infundida com o peso da longue durée e reconceptualizar as bases teóricas da mais profunda diacronia. Com efeito, as reflexões da Arqueologia e da Filosofia mobilizam um conjunto distinto de mundividências. O cruzamento entre mundos – como o já feito para o megalitismo britânico no geral, Bretanha, ou para o Sudoeste do País de Gales – em muito já demonstrou a fecundidade desta dialéctica. Urge, por isso, pensar a Paisagem, em Arqueologia, com outro olhar: o da Filosofia. E se a tradição da Arqueologia da Paisagem remonta aos meados do século, a paisagem enquanto entidade e conceito filosófico é promanada nos inícios do século XX. Procurando-se enlear contundentemente a Filosofia e a Arqueologia – sempre sob o signo da Paisagem – pretende-se neste projecto interdisciplinar entre Humanidades reflectir sobre este conceito, infundido tanto a Arqueologia com o pensar filosófico como a Filosofia com a lealdade para com as coisas típica da Arqueologia.
Publicações:
Agosto, M. B. , & Carvalho, D. (2025). Archaeological Landscapes as Literary Landscapes. Estudos Do Quaternário Quaternary Studies, (25), 1-12. https://doi.org/10.30893/eq.v0i25.234
Agosto, F. (2023). Thinking megalithism beyond prehistory: A berquean critique of the idea of reuse. Estudos do Quaternário, 23, 16–28. https://doi.org/10.30893/eq.v0i23.214
Agosto, F., & Teuchmann, P. (2023). (re)vendo a construção da paisagem na arqueologia: Antropoceno e visualidade maquínica. digitAR - Revista Digital de Arqueologia Arquitectura e Artes, 9, 296–311.
Carvalho, D., & Agosto, F. (2023). Tools of archaeology: Toward an integrated history of archaeology. Bulletin of the History of Archaeology, 33(1), 1–20. https://doi.org/https://doi.org/10.5334/bha-703
Agosto, F. (2022a). O conjunto faunístico do cerro dos castelos de são brás (serpa, portugal) no 3º milénio a.n.e.: Entre a antroposfera e a zooesfera. Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, 6, 43–67. https://doi.org/10.51679/ophiussa.2022.117
Agosto, M. B. , & Carvalho, D. (2025). Archaeological Landscapes as Literary Landscapes. Estudos Do Quaternário Quaternary Studies, (25), 1-12. https://doi.org/10.30893/eq.v0i25.234
Agosto, F. (2023). Thinking megalithism beyond prehistory: A berquean critique of the idea of reuse. Estudos do Quaternário, 23, 16–28. https://doi.org/10.30893/eq.v0i23.214
Agosto, F., & Teuchmann, P. (2023). (re)vendo a construção da paisagem na arqueologia: Antropoceno e visualidade maquínica. digitAR - Revista Digital de Arqueologia Arquitectura e Artes, 9, 296–311.
Carvalho, D., & Agosto, F. (2023). Tools of archaeology: Toward an integrated history of archaeology. Bulletin of the History of Archaeology, 33(1), 1–20. https://doi.org/https://doi.org/10.5334/bha-703
Agosto, F. (2022a). O conjunto faunístico do cerro dos castelos de são brás (serpa, portugal) no 3º milénio a.n.e.: Entre a antroposfera e a zooesfera. Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, 6, 43–67. https://doi.org/10.51679/ophiussa.2022.117
Dissertações:
Agosto, F. (2021). O Cerro dos Castelos de São Brás (Serpa) no 3º milénio a.n.e.: materialidades e problemáticas de uma especificidade cultural no extremo Sul do Sudoeste ibérico. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. hdl.handle.net/10451/51795
Agosto, F. (2019). Ao longe o mar. O Norte de África nos estudos pré-históricos portugueses desde os finais do século XIX até à primeira metade do século XX. Seminário final de licenciatura apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Agosto, F. (2021). O Cerro dos Castelos de São Brás (Serpa) no 3º milénio a.n.e.: materialidades e problemáticas de uma especificidade cultural no extremo Sul do Sudoeste ibérico. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. hdl.handle.net/10451/51795
Agosto, F. (2019). Ao longe o mar. O Norte de África nos estudos pré-históricos portugueses desde os finais do século XIX até à primeira metade do século XX. Seminário final de licenciatura apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
última actualização: julho 2025