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Grupos de trabalho 

1. ANTIGAS SOCIEDADES CAMPONESAS/ ANCIENT PEASENT SOCIETIES, direcção de Victor S. Gonçalves; 
2. 
INTERACÇÕES DINÂMICAS DURANTE A IDADE DO FERRO E A ÉPOCA ROMANA/ DYNAMIC INTERACTIONS IN PORTUGUESE IRON AGE: GREEKS, PHOENICIANS, ROMANS AND NATIVES, direcção de Ana Margarida Arruda;
3. 
A CONSTRUÇÃO DA LUSITÂNIA COMO PROVÍNCIA ROMANA/THE MAKING OF LUSITANIA AS A ROMAN PROVINCE, direcção de Carlos Fabião;
4. SHIU: HISTÓRIA DA ARQUEOLOGIA EM PORTUGAL; TEORIA DA ARQUEOLOGIA/THE HISTORY OF ARCHAEOLOGY IN PORTUGAL; THEORETICAL ISSUES (SHIU), direcção de Ana Cristina Martins;
5. 
CAÇADORES-RECOLECTORES/HUNTER GATHERERS, direcção de João Luís Cardoso;
6. 
ABORDAGEM TRANSDISCIPLINARES EM ARQUEOLOGIA (LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA E PALEOCIÊNCIAS)/TRANSDISCIPLINARY APPROACHES IN ARCHAEOLOGY (LABORATORY OF ARCH. AND PAL. SC), direcção de Cleia Detry;
7. 
O "SETE" é o grupo de interacção que liga a UNIARQ à sociedade sob direcção de Catarina Viegas.

1. GRUPO DE TRABALHO SOBRE AS ANTIGAS SOCIEDADES CAMPONESAS

direcção: Victor S. Gonçalves

Investigadores:

Ana Catarina Sousa, Ângela Ferreira, António Alfarroba, Elena Morán, Elsa Luís, J. C. Senna-Martínez, Manuela Coelho, Marco Andrade, Mariana Diniz, Rui Boaventura, Rui Parreira, Victor S. Gonçalves.

O estudo das antigas sociedades camponesas constitui a génese do próprio Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, sendo a mais antiga linha de investigação desta unidade.

Centrando-se no território do Centro e Sul de Portugal, numa cronologia balizada entre o 6º e o 3º milénios a.n.e., esta linha de investigação transcende contudo os limites espacio-temporais em que se foca. Assim, recua aos últimos caçadores-recolectores para compreender o processo de neolitização do Mediterrâneo Ocidental. Avança também até às fases terminais da Pré-História para compreender as sociedades agro-metalúrgicas.

A rota das investigações tem desvendado inúmeros territórios, sendo assumidamente um projecto de paisagens antigas, compilando-se perspectivas locais numa perspectiva global e associando-se frequentemente várias linhas de pesquisa numa perspectiva diacrónica. O Alto Algarve Oriental foi o primeiro território em pesquisa, sucedendo-se outros, como Reguengos de Monsaraz, Crato, Évora ou Vidigueira. Actualmente, as pesquisas centram-se nos paradigmáticos estuários do Tejo, com o projecto ANSOR (A antropização do Vale do Sorraia) e Sado (projecto SADO-MESO). A Península de Lisboa, território onde se situa fisicamente o Centro de Arqueologia, é também um espaço privilegiado para as pesquisas em curso, destacando-se o projecto CASCA, no âmbito do qual tem sido possível editar uma colecção de estudos monográficos (Poço Velho, Porto Covo e, em curso, Alapraia).

O estudo sistemático da cultura material das antigas sociedades camponesas é ainda um denominador comum a esta linha de investigação. Entre os  milhares de artefactos medidos, contados e interpretados destacam-se naturalmente as placas de xisto gravadas, estando em curso o projecto PLACA NOSTRA, o qual pretende efectuar um corpus do mais notável ícone da arte pré-histórica das antigas sociedades camponesas no Sul Peninsular. Decorrem actualmente outros estudos, nomeadamente a leitura tecno-tipológica das indústrias líticas, do Mesolítico ao Calcolítico, o estudo de recipientes cerâmicos, nomeadamente os copos, e das cerâmicas campaniformes ou das mais antigas estruturas domésticas em terra (projecto TERRAS).

[A esta lista junta-se ainda participação do Grupo no estudo das primeiras sociedades de metalurgistas do Bronze no Centro e Norte de Portugal, acção dirigida por J. C. Senna-Martínez (Projecto Early Metal – FCT –PTDC/HIS-ARQ/110442/2008)].

Compreender os tempos que medeiam entre a introdução do Neolítico e a emergência das primeiras sociedades agro-metalúrgicas é, finalmente, a base para os estudos desenvolvidos conferindo sistematicamente um carácter absoluto a um tempo longo, que abrange cerca de 4000 anos.

Escavações e trabalhos em curso: Cabeço do Pez, Poças de S. Bento (concheiros do Sado, Mariana Diniz); Monumento 9 de Alcalar (Elena Morán), Penedo do Lexim (Ana Catarina Sousa), Casas Novas (Victor S. Gonçalves), Anços (Victor S. Gonçalves, Ana Catarina Sousa), Anta 3 do Azinhalinho (Victor S. Gonçalves), Anta Cebolinhos 2 (Victor S. Gonçalves), Fraga dos Corvos (J. C. Martínez), Cluster megalítico de Rabuje, Monforte (Rui Boaventura).

Monografias e estudos monográficos pendentes: Na Margem do Grande Rio 1. (Victor S. Gonçalves, Ana Catarina Sousa, Grégor Marchand);  Na Margem do Grande Rio 2. (Victor S. Gonçalves); Penedo do Lexim (Ana Catarina Sousa), Olival da Pega 2 (Victor S. Gonçalves, Ana Catarina Sousa), Placas de xisto gravadas (1. os casos de excepção; 2. A Anta 1 do Paço de Aragão; 2. Tholos  do Escoural; 3. Anta Grande do Zambujeiro (Victor S. Gonçalves); Gruta da Galinha – Victor S. Gonçalves, Marco Andrade, André Pereira), Cova da Baleia (Ana Catarina Sousa, Victor S. Gonçalves). Alapraia (Victor S. Gonçalves). Arqueologia? (Mariana Diniz); O Megalitismo da região de Lisboa (Rui Boaventura); Fraga dos Corvos (J. C. Senna Martínez, Elsa Luís).

Relações interdisciplinares do Grupo UM: Arqueozoologia (Cleia Detry, Marta Moreno Garcia), Antropologia física (Ana Maria Silva), ADN (Ana Elisabete Pires e Catarina Ginja), Arqueometalurgia (Fátima Araújo), Radiocarbono (A. Monge Soares), Grégor Marchand (tecnologia lítica)...

O GRUPO DE TRABALHO SOBRE AS ANTIGAS SOCIEDADES CAMPONESAS organiza o 5º Congresso do Neolítico Peninsular (Lisboa, 7 a 9 de Abril, 2011).


2. GRUPO DE TRABALHO SOBRE AS INTERACÇÕES DINÂMICAS DURANTE A IDADE DO FERRO E A ÉPOCA ROMANA

direcção: Ana Margarida Arruda

Investigadores:
Ana Margarida Arruda, Pedro Albuquerque, Patrícia Bargão, Vera Freitas, Catarina Furtado, Francisco Gomes, Joana Lima, Pedro Lourenço, Carlos Filipe Oliveira, Carlos Pereira, Rui Soares, Vincenzo Soria, Elisa de Sousa, Catarina Viegas, Jorge Vilhena.

O principal objectivo deste Grupo de Trabalho é o estudo das relações que se estabeleceram entre as comunidades indígenas e os grupos humanos que se instalaram no sul de Portugal entre 900 a.n.e. e o século I da nossa Era. O resultado desses contactos inter-culturais, que está materializado em espólios e arquitecturas, é a base da análise.

A forte presença mediterrânea nos territórios meridionais, concretamente no Algarve, justificou a existência de projectos concretos para determinados sítios específicos, concretamente Castro Marim e Monte Molião (Lagos). Outros ainda, como é o caso de Faro, de Tavira e de Balsa, têm também vindo a ser estudados, através dos espólios recolhidos em intervenções de natureza diversa. Os dados já recolhidos apontam para uma Idade do Ferro com fortes ligações com o Oriente mediterrâneo e com a área do Estreito de Gibraltar, primeiro, e com a região gaditana, depois. Esta mesma região foi determinante para o desenvolvimento do território algarvio durante a ocupação romano-republicana. A importação de produtos gaditanos permanece durante com a integração na província da Lusitânia, ainda que a eles se juntem, precocemente, cerâmicas de mesa e de cozinha e alimentos oriundos do norte de África.

Alcácer do Sal, no estuário do Sado, constitui igualmente um sítio chave para a compreensão das relações estabelecidas, durante a Idade do Ferro, entre colonos fenícios e/ou tartéssicos e populações autóctones, o que justificou o desenvolvimento de um projecto autónomo que visa aprofundar a leitura sobre os cenários de vida e de morte e os contextos rituais da antiga Baevipo. A precocidade do processo de romanização verificado em Salacia deverá também ser devidamente enquadrada no processo de integração destes territórios na província da Lusitânia.

O território do estuário do Tejo trata-se de um espaço privilegiado para entender as relações inter-culturais, uma vez que quer em Lisboa propriamente dita, quer em Santarém, e ainda também na área de Vila Franca de Xira há vestígios da instalação de comunidades humanas exógenas ao longo do 1º milénio a.n.e., tendo sido também esta uma região que assistiu à chegada dos exércitos romanos em meados do século II. Por isso mesmo, se construíram os projectos em torno da ocupação antiga de Santarém e se estudam espólios de Lisboa.

A chegada de influências mediterrâneas ao interior alentejano, consubstanciada em espólios e arquitecturas (funerárias e habitacionais) obrigam a um permanente acompanhamento da actividade arqueológica dessa área. Mas os possíveis contributos de grupos humanos com outras origens não podem ser descartados.

A grande maioria dos estudos desenvolvidos pelos investigadores deste Grupo de Trabalho assenta em bases materiais concretas, de que se destacam os artefactos (cerâmicos, metálicos, vítreos, líticos) e as arquitecturas. Mas, os textos clássicos que se referem ao território sobre o qual centramos a nossa atenção não são esquecidos e são sempre equacionados nas análises concretizadas.


3. GRUPO DE TRABALHO CONSTRUÇÃO DA PROVÍNCIA ROMANA DA LUSITÂNIA

direcção: Carlos Fabião


O objectivo central do Grupo de Trabalho consiste no estudo da chamada romanização, aqui entendida no modo como as populações locais se tornaram romanas e de como se integraram no vasto império. Assim, as acções concretas desenvolvem-se em três domínios principais:

1) Mesas do Castelinho (Almodôvar), onde se estuda o impacto da conquista romana sobre uma população local;

2) Os Santuários, onde se estudam os santuários e as divindades indígenas cultuadas sob o domínio romano, os temas das religiões e dos lugares de culto constituem os aspectos centrais da avaliação das transformações culturais;

3) A Produção e as Interacções, onde se identificam e estudam os produtos exportados para outras províncias como meio de avaliar o processo de inserção e interacção da Lusitânia no contexto do império, bem como a importação de outras paragens, seus ritmos e cronologias.

Research Line: The Making of Lusitania as a Roman Province

The main goal of this research line is Romanization, understood as the way local populations became Roman and how they interact with the other areas within the Roman Empire, choosing the former Roman province of Lusitania as a case-study. So the research actions can be divided in three chief domains:

1)    The study of an Iron-Age / Early Roman hill fort, the Mesas do Castelinho (Almodôvar) site,where we try to evaluate the impact of Roman conquest on local populations.

2)    The study of the Shrines, were we select some examples of cult places dedicated to pre-roman indigenous gods that were worshiped under the Roman rule. The shrines can be seen as a good study case for the subject of cultural changing.

3)    Production and Interaction. The production subject deals with those products that the former province of Lusitania export to other destinations, but also all those articles arriving to the westernmost part of the Iberian Peninsula, it’s rhythms and chronologies.   


4. SHIU: HISTÓRIA DA ARQUEOLOGIA EM PORTUGAL; TEORIA DA ARQUEOLOGIA.

direcção: Ana Cristina Martins

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Investiga o desenvolvimento da arqueologia em Portugal, de um ponto de vista intrínseco e extrínseco, analisando teorias assomadas nos últimos dois séculos, correlacionando-as a diferentes agendas, à arqueologia produzida nas principais escolas europeias, com destaque para as espanholas. Os resultados destes estudos têm sido divulgados em encontros nacionais e internacionais, assim como em publicações da especialidade.

Membros:
Ana Cristina Martins. Victor S. Gonçalves. João Luís Cardoso. Carlos Fabião. Mariana Diniz. António Carvalho.

Projectos concluídos e em curso:

- A Associação dos Arqueólogos Portugueses (1863-1963) (concluído).

- O Museu Arqueológico do Carmo (1864-1963) (concluído).

- Os discursos (in)visíveis da Arqueologia portuguesa: o Museu Nacional de Arqueologia sob direcção de Manuel Heleno. (1929-1965) (em finalização)

- Pioneiros da Arqueologia em Portugal (em curso).

- A Arqueologia no Portugal do século XX: teorias, métodos, protagonistas, instituições, projectos e agendamentos (em curso).

(English) 
During the last years we have witnessed a growing number of studies concerning the history of archaeology. This is essentially due to the outstanding authority of Anglo-Saxon historiographical tradition in this field, as well as to the latest post-processual archaeological theories. Nevertheless, we cannot disregard European political occurrences which have been compelling archaeologists to think over history of their one archaeology putting it into political-cultural period and environment context.

To understand the many ways archaeologists have formulated their own theoretical and practical questions, the criteria in selecting the archaeological data, the questions they developed, the answers they searched, and even the way they interpreted that same data, we will practice an historical approach. Only analysing all social components of political and geographical realities we will comprehend most of the regional diversities in archaeological data interpretations and its chronological evolution. Particularly throughout the 80s and the 90s, the history of archaeology in Portugal was mostly converged to the publishing of printed documents, overlooking, from time to time, that they followed a selection of certain features of a much more diversify science discernible somewhat thanks to an meticulous account of all kind of writings.

Archives, to some extent related to archaeology comprises documents indispensable to recognize less detectable sides, but even so fundamental to the understanding of the multiplicity of archaeological exercise. It is, therefore, our main goal to evaluate the history of archaeology in Portugal, using extensive documental and iconographic public and private archives for a continuing research into the relations of Portuguese archaeology and national identity, investigating the political instrumentation of archaeological research, as well as its scientific and institutional history.

Scrutinising the ways in which it interacted with society and politics, and how it influenced the determining of core narratives and methodologies during the 19th and the 20th centuries, we will contemplate the period between the first years of the 20th and the 60’s in connection to the republican regime and dictatorship, rebuilding the history of excavations, interpretations, heritage management, public presentation and correspondence with other institutions and individuals from within the country and abroad.

Since the history of archaeology is closely related to the history of each country distinguished by specific cross-boundaries, research programmes, and international tendencies, we will disclose the ways cultural bias predisposed archaeological praxis. We will also demonstrate how economical, political, social, and cultural contexts explained archaeological theoretical issues, and if and how these questions shaped political agendas.

5. CAÇADORES-RECOLECTORES. 

direcção: João Luís Cardoso


6. ABORDAGENS TRANSDISCIPLINARES EM ARQUEOLOGIA (LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA E PALEOCIÊNCIAS).

direcção: Cleia Detry


7. O "SETE" é o grupo de interacção que liga a UNIARQ à sociedade.

direcção: Catarina Viegas.

Todos os investigadores da Uniarq desenvolvem actividades que têm como objectivo a divulgação dos resultados da sua investigação destinadas a públicos especializados e ao público em geral. Algumas destas acções são organizadas pelo grupo informal “o Sete”, que faz a ligação entre os investigadores e a comunidade. Constituem objectivos centrais deste grupo a preparação de publicações, exposições, contactos com as escolas, workshops e Congressos. A actividade editorial integra a publicação dos “Cadernos da Uniarq” e das séries monográficas “estudos & memórias” contando para tal com a colaboração de várias autarquias locais. 

São frequentes as exposições quer em museus regionais quer no Museu Nacional de Arqueologia. Durante os meses de Verão são organizados “dias abertos” nos sítios arqueológicos com visitas guiadas quando decorrem as escavações. Em 2010, algumas destas actividades foram integradas no Programa Ciência Viva no Verão. A Uniarq tem participado regularmente em eventos de divulgação de Ciência, à escala nacional e europeia como “A noite europeia  dos Investigadores”, a “Festa da Arqueologia” e a “Futurália- Feira de formação e oferta educativa”.

O envolvimento da comunidade académica tem sido possível através do Programa de Voluntariado da FL-UL que permite aos estudantes a participação em actividades de investigação de campo e laboratório.

A divulgação das actividades é assegurada no site da Uniarq encontrando-se na página Arquivo algumas imagens das actividades mais recentes (www.uniarq.net).

(English)
All members of UNIARQ are engaged in activities, which aim to disseminate the results of the research both in a specialist and non-specialist audience. The organization of some of these activities is part of the work undertake by the non-formal group «The seven», that makes the liaison between the researchers and the community as a whole. Publishing activities, exhibitions, contacts with schools, workshops and congresses are prepared within this group. Publishing activities will continue with the publication of “Cadernos da Uniarq” and the monographic series “estudos & memórias” but also in close collaboration with several local institutions. 

Exhibitions take place in both regional and National Museums. Site “open days” and guided tours are organized for the period when fieldwork is undertaken. Some of these outreach activities are developed within the scope of the "Ciência Viva no Verão" programme. 

UNIARQ also participates in several events where hands-on activities and workshops are planned such as the “European Research Night” and “Festa da Arqueologia”, “Futurália” and the "open week" at Faculdade de Letras.

Academic community involvement is a reality with "Volunteer Programs" in several research activities both in fieldwork and lab.

Dissemination activities will be publicised through the UNIARQ website (www.uniarq.net). Some images of the past activities are available at the page Arquivo.